
Para ajudar os fiéis a viver melhor o Dia mundial da Paz de 2008, a secção portuguesa da Pax Christi - Movimento Católico Internacional para a Paz editou um dossier
São 28 páginas e contêm subsídios para a celebração do 41º Dia mundial da Paz subordinado ao tema: “Família Humana, Comunidade de Paz”. O opúsculo “A família humana e a Paz” apresenta sugestões para a liturgia do dia e actividades para assinalar o dia.Há ainda ideias sobre o tema para trabalhar com crianças, bem como uma colectânea de orações, neste pequeno livro da secção portuguesa da Pax Christi. Na Introdução, escreve Frei Bento Domingues: “Os católicos devem estar agradecidos por aquilo que os papas, do século XX, fizeram pela paz, a começar por Bento XV, que enviou um apelo, a 1de Agosto de 1917, aos chefes dos povos beligerantes, propondo-lhes que acabassem com o “inútil massacre” e se dispusessem a construir uma paz durável”.No artigo “Agradecidos em nome da Paz”, reproduzido no Público a 31 de Dezembro de 2006, o religioso defende que “os católicos devem manifestar, a Bento XVI, a sua alegria, porque ele soube vencer as suas inclinações e ideias privadas de teólogo e o seu gosto pela polémica - presente ainda na aula de Ratisbona - para se colocar, na viagem à Turquia, ao serviço do seu ministério de diálogo ecuménico, inter-religioso, ao serviço da paz.Em vez de se fechar, abriu-se às outras Igrejas cristãs e ao mundo muçulmano”.
Lucília Oliveira FÁTIMA MISSIONÁRIA26-12-2007
São 28 páginas e contêm subsídios para a celebração do 41º Dia mundial da Paz subordinado ao tema: “Família Humana, Comunidade de Paz”. O opúsculo “A família humana e a Paz” apresenta sugestões para a liturgia do dia e actividades para assinalar o dia.Há ainda ideias sobre o tema para trabalhar com crianças, bem como uma colectânea de orações, neste pequeno livro da secção portuguesa da Pax Christi. Na Introdução, escreve Frei Bento Domingues: “Os católicos devem estar agradecidos por aquilo que os papas, do século XX, fizeram pela paz, a começar por Bento XV, que enviou um apelo, a 1de Agosto de 1917, aos chefes dos povos beligerantes, propondo-lhes que acabassem com o “inútil massacre” e se dispusessem a construir uma paz durável”.No artigo “Agradecidos em nome da Paz”, reproduzido no Público a 31 de Dezembro de 2006, o religioso defende que “os católicos devem manifestar, a Bento XVI, a sua alegria, porque ele soube vencer as suas inclinações e ideias privadas de teólogo e o seu gosto pela polémica - presente ainda na aula de Ratisbona - para se colocar, na viagem à Turquia, ao serviço do seu ministério de diálogo ecuménico, inter-religioso, ao serviço da paz.Em vez de se fechar, abriu-se às outras Igrejas cristãs e ao mundo muçulmano”.
Lucília Oliveira FÁTIMA MISSIONÁRIA26-12-2007
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