A primeira, da BBC Brasil e publicada pelo Estadão, é quase um “sinal do céu” para que as mães não abortem seus filhos. Uma mãe decidiu manter su
a gravidez mesmo descobrindo um tumor no útero e — surpresa! — teve a vida salva pelos fetos (eram gêmeas).A segunda, da Zenit, desmascara a falácia daqueles que reivindicam o aborto legal anunciando a mentirosa associação entre aborto legal e aborto seguro. Não existe aborto seguro. Nem para a mãe, e muito menos para o nascituro. No méxico, uma jovem faleceu ao se submeter ao aborto legal.
Leiam:
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Fetos chutam tumor de útero e ’salvam a vida da mãe’
Ela decidiu seguir em frente com a gestação e foi submetida a doses limitadas de quimioterapia
BBC Brasil
SÃO PAULO - Uma britânica que descobriu um câncer durante a gravidez foi salva pelos chutes dos fetos, que expulsaram parte do tumor.
Michelle Stepney, de 35 anos, estava grávida de gêmeas quando foi levada para o hospital com um sangramento.
No início, os médicos suspeitaram de um aborto, mas logo descobriram que ela estava com câncer cervical e que acabara de expelir um pedaço do tumor do colo do útero.
“Eu não poderia imaginar que os chutes que eu sentia seriam tão importantes. Eu mal pude acreditar quando os médicos disseram que os movimentos tinham expulsado o tumor”, diz Michelle.
Os oncologistas sugeriram que ela fizesse quimioterapia e retirasse o útero para remover o câncer por completo, o que significaria o fim da gravidez.
Michelle conta que, depois de muito refletir, decidiu seguir em frente com a gestação e foi submetida a doses limitadas de quimioterapia, aplicadas a cada 15 dias.
As gêmeas, Alice e Harriet, nasceram na 33ª semana de gravidez de cesariana. As meninas estavam em perfeito estado de saúde, mas nasceram sem cabelo por causa dos efeitos da quimioterapia.
Quatro semanas depois do parto, Michelle foi submetida a uma cirurgia para retirada do tumor e do útero. Os médicos acreditam que ela esteja curada.
A britânica disse que deve “a vida às filhas”.
No dia 12 de fevereiro, Michelle receberá o prêmio “Mulher de Coragem” do Cancer Research UK, um centro na Grã-Bretanha dedicado a pesquisas sobre o câncer.
(Agência Estado, 05/02/2008)
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid120001,0.htm
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Falece jovem no México ao submeter-se a aborto «legal»
MÉXICO, sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org-El Observador).- Enquanto grupos ideológicos fazem pressão para que a Suprema Corte de Justiça da Nação descarte o recurso de inconstitucionalidade interposto por organizações católicas à descriminalização do aborto no Distrito Federal, uma jovem de 15 anos de idade morreu em dias passados, em um hospital do governo da capital, durante a prática de um aborto «legal».
Desde 2007, o governo de esquerda do Distrito Federal descriminalizou o aborto até as 12 semanas de gestação, o que atraiu um recurso de inconstitucionalidade por parte de organismos defensores da vida na Igreja Católica, o mesmo que se analisa nestes dias na Corte Supremo do México.Organizações próximas do partido governante na capital da República (Partido da Revolução Democrática) não deram importância ao fato da morte da jovem de nome Vianey, que faleceu no Hospital de Balbuena, «porque não se utilizou o ultra-som para saber o tempo de sua gravidez e (o Dr. Jorge Martínez López) lhe deu um abortivo, ainda que tivesse 16 semanas de gestação, quatro a mais do que a lei permite», disseram, como explicação, as autoridades de saúde do Distrito Federal.
Enquanto isso, em nome da Associação Civil Vida e Família, sua coordenadora, Susana Vallina, disse hoje que «a interrupção legal da gravidez (como se chama o aborto na lei do DF) deve voltar a ser revisada; disseram que seu aval era para ajudar a mulher, e a morte de uma (mulher) é suficiente para exigir que se revise essa lei».
http://www.zenit.org/article-17658?l=portuguese
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Duas notícias, uma reflexão!
E tem mais: no dia 5 de março o Supremo Tribunal Federal vai decidir se o Brasil é ou não é um país que respeita a dignidade da vida humana. Saiba mais sobre o assunto com o sempre atento Wagner Luís. Basta clicar.
Paz e Bem!
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